O Acre é um dos destinos mais diferentes do Brasil.
- 1. Rio Branco
- 2. Palácio Rio Branco
- 3. Museu dos Povos Acreanos
- 4. Museu da Borracha
- 5. Gameleira
- 6. Novo Mercado Velho
- 7. Passarela Joaquim Macedo
- 8. Memorial dos Autonomistas
- 9. Parque Ambiental Chico Mendes
- 10. Parque Capitão Ciríaco
- 11. Praça da Revolução
- 12. Casa do Artesanato Acreano
- 13. Xapuri
- 14. Casa de Chico Mendes
- 15. Memorial Chico Mendes
- 16. Seringal Cachoeira
- 17. Trilha Chico Mendes
- 18. Reserva Extrativista Chico Mendes
- 19. Brasileia
- 20. Epitaciolândia
- 21. Assis Brasil
- 22. Geoglifos do Acre
- 23. Sítio Arqueológico Jacó Sá
- 24. Porto Acre
- 25. Cruzeiro do Sul
- 26. Rio Croa
- 27. Igarapé Preto
- 28. Catedral Nossa Senhora da Glória
- 29. Museu Centro Cultural do Juruá
- 30. Mirante do Morro da Glória
- 31. Mercado de Produtos Regionais de Cruzeiro do Sul
- 32. Parque Nacional da Serra do Divisor
- 33. Mirante da Serra do Divisor
- 34. Cachoeira Pirapora
- 35. Cachoeira do Amor
- 36. Mâncio Lima
- 37. Aldeia Puyanawa
- 38. Tarauacá
- 39. Feijó
- 40. Marechal Thaumaturgo
- Para trilhas e cachoeiras
- Para observar a floresta muito verde
- Para Serra do Divisor
- Dia 1 — Centro histórico de Rio Branco
- Dia 2 — Natureza e cultura
- Dia 3 — Rio Branco
- Dia 1
- Dia 2
- Dia 3
- Dia 4
- Dia 5
- Dias 1 e 2
- Dias 3 e 4
- Dia 5
- Dia 6
- Dia 7
- Dias 1 e 2
- Dias 3 e 4
- Dia 5
- Dia 6
- Dia 7
- Dia 8
- Dia 9
- Dia 10
- Dias 1 a 3
- Dias 4 e 5
- Dia 6
- Dia 7
- Dia 8
- Dia 9
- Dia 10
- Dia 11
- Dia 12
- Dia 13
- Dias 14 e 15
- Viagem econômica
- Viagem intermediária
- Viagem confortável
- De avião
- Para Cruzeiro do Sul
- Rio Branco
- Xapuri
- Cruzeiro do Sul
- Marechal Thaumaturgo
- 1. Escolha uma região
- 2. Use Rio Branco como base
- 3. Reserve voos internos com antecedência
- 4. Divida transfers
- 5. Coma nos mercados
- 6. Reserve experiências de floresta antes
- Qual é o lugar mais famoso do Acre?
- Quantos dias são necessários para conhecer o Acre?
- Qual é a melhor cidade para ficar?
- Vale a pena conhecer Xapuri?
- Onde fica a Serra do Divisor?
- Dá para visitar a Serra do Divisor por conta própria?
- O Acre é bom para turismo de natureza?
- O Acre tem turismo indígena?
- É caro viajar para o Acre?
- Vale a pena alugar carro?
- O que comprar de lembrança do Acre?
Localizado no extremo oeste da Amazônia brasileira, o estado combina floresta, grandes rios, comunidades tradicionais, povos indígenas, sítios arqueológicos, história da borracha, culinária amazônica e uma forte identidade cultural.
Para quem está planejando uma viagem em 2027, o Acre pode surpreender tanto pela natureza quanto pela história.
Em Rio Branco, o visitante encontra museus, mercados, parques e monumentos ligados à formação do estado. Em Xapuri, a memória de Chico Mendes está presente em diferentes lugares. Já Cruzeiro do Sul funciona como uma das principais portas de entrada para o Vale do Juruá e para o Parque Nacional da Serra do Divisor.
O governo do Acre atualmente destaca justamente Serra do Divisor, Rio Croa, Cruzeiro do Sul, Xapuri, geoglifos, Palácio Rio Branco e experiências indígenas entre os principais atrativos do estado.
Neste guia você encontrará 40 lugares para conhecer no Acre, além de informações sobre melhor época, como chegar, preços de referência, hospedagem, transporte, alimentação, roteiros de 3, 5, 7, 10 e 15 dias e dicas para organizar uma viagem em 2027.
Importante: os valores apresentados são referências de planejamento baseadas em condições observadas em 2026. Preços de passagens, hotéis, passeios, transfers e restaurantes podem mudar até 2027. Em áreas indígenas, reservas extrativistas e unidades de conservação, confirme previamente as regras de visitação.
Por que conhecer o Acre em 2027?
O Acre não é um destino para quem procura apenas pontos turísticos tradicionais.
É um estado para quem quer vivenciar a Amazônia.
Você pode começar conhecendo o centro histórico de Rio Branco, atravessar o Rio Acre pela Passarela Joaquim Macedo, visitar a Gameleira e o Mercado Velho e depois seguir para Xapuri para conhecer a história dos seringueiros.
No oeste, a viagem muda completamente.
Cruzeiro do Sul abre caminho para o Rio Juruá, Rio Croa, Igarapé Preto e Serra do Divisor.
A região também permite experiências de turismo indígena e comunitário, com municípios como Mâncio Lima, Tarauacá, Feijó, Jordão e Marechal Thaumaturgo ganhando espaço na estrutura turística do estado.
Outro diferencial são os geoglifos do Acre, estruturas geométricas construídas por povos indígenas antes da chegada dos europeus.
Segundo o Iphan, os geoglifos são estruturas de terra formadas por valetas e muretas, concentradas principalmente no leste do estado e relacionadas à ocupação indígena antiga da Amazônia.
40 lugares para conhecer no Acre
1. Rio Branco
A capital é a melhor porta de entrada para uma primeira viagem ao Acre.
Rio Branco concentra grande parte dos museus, monumentos, mercados, restaurantes e equipamentos culturais do estado.
A cidade também é cortada pelo Rio Acre, que separa o Primeiro e o Segundo Distritos e ajuda a explicar a própria formação histórica da capital.
Entre os principais pontos estão:
- Palácio Rio Branco;
- Museu dos Povos Acreanos;
- Museu da Borracha;
- Novo Mercado Velho;
- Gameleira;
- Passarela Joaquim Macedo;
- Memorial dos Autonomistas;
- Parque Ambiental Chico Mendes;
- Parque Capitão Ciríaco.
Reserve pelo menos dois dias para conhecer a capital com calma.
2. Palácio Rio Branco
O Palácio Rio Branco é um dos principais símbolos históricos do Acre.
O prédio foi projetado pelo arquiteto alemão Alberto Massler e inspirado no neoclassicismo grego.
Atualmente, o primeiro andar abriga um museu com salas temáticas que apresentam objetos, fotografias, vídeos e depoimentos relacionados à história do Acre.
É uma das primeiras atrações que vale conhecer em Rio Branco.
3. Museu dos Povos Acreanos
Para entender o Acre além da história política, o Museu dos Povos Acreanos é uma parada importante.
O acervo reúne materiais históricos, arqueológicos, paleontológicos, etnográficos, linguísticos, artísticos e culturais relacionados à formação da sociedade acreana.
É especialmente interessante para quem quer compreender a relação entre:
- povos indígenas;
- seringueiros;
- migrantes nordestinos;
- comunidades ribeirinhas;
- cultura amazônica.
4. Museu da Borracha
O Museu da Borracha é uma das atrações mais importantes para compreender o passado econômico do Acre.
O espaço apresenta elementos relacionados ao ciclo da borracha, à migração nordestina e à vida dos seringueiros.
Se você pretende visitar Xapuri depois, vale conhecer o museu antes, porque a experiência ajuda a contextualizar a história da região.
5. Gameleira
A Gameleira é um dos símbolos de Rio Branco.
A árvore centenária está associada ao antigo seringal Volta da Empreza, considerado a origem da cidade.
Segundo a Prefeitura de Rio Branco, a Gameleira foi tombada como patrimônio histórico em 1981 e hoje integra o Calçadão da Gameleira.
É um lugar simples, mas essencial para quem quer entender a história da capital.
6. Novo Mercado Velho
O Novo Mercado Velho fica às margens do Rio Acre e é um dos melhores lugares para conhecer a gastronomia e o cotidiano de Rio Branco.
O espaço reúne restaurantes, bares, artesanato e produtos regionais.
Entre os pratos e sabores encontrados na região estão:
- tacacá;
- pato no tucupi;
- baixaria;
- tapioca;
- macaxeira;
- doces e produtos amazônicos.
A Prefeitura de Rio Branco destaca o mercado como um dos principais pontos de encontro de moradores e visitantes.
7. Passarela Joaquim Macedo
A Passarela Joaquim Macedo é uma das estruturas mais fotografadas de Rio Branco.
Ela atravessa o Rio Acre ligando as duas partes da cidade e é destinada a pedestres e ciclistas.
O melhor momento para atravessar é no fim da tarde, quando a paisagem do rio ganha uma iluminação diferente.
8. Memorial dos Autonomistas
O Memorial dos Autonomistas ajuda a compreender a trajetória política que levou o Acre à condição de estado brasileiro.
A atração faz parte do circuito histórico da capital.
Pode ser combinada facilmente com:
- Palácio Rio Branco;
- Praça da Revolução;
- Novo Mercado Velho;
- Gameleira;
- Passarela Joaquim Macedo.
9. Parque Ambiental Chico Mendes
O Parque Ambiental Chico Mendes é uma das principais áreas verdes de Rio Branco.
O espaço reúne natureza, educação ambiental, lazer e biodiversidade amazônica.
Em 2026, o parque passou por obras de revitalização e foi reaberto ao público após o período de intervenções.
Para 2027, confirme os horários e eventuais áreas em manutenção antes da visita.
10. Parque Capitão Ciríaco
O Parque Capitão Ciríaco é uma atração interessante para quem deseja conhecer uma área verde dentro da própria capital.
O espaço está associado à memória dos antigos seringais urbanos de Rio Branco.
É uma boa alternativa para combinar natureza e história sem precisar fazer grandes deslocamentos.
11. Praça da Revolução
A Praça da Revolução fica na região central de Rio Branco e é um dos espaços públicos mais conhecidos da cidade.
O local homenageia personagens relacionados à Revolução Acreana e funciona como ponto de encontro.
A praça pode ser incluída em um roteiro a pé pelo centro histórico.
12. Casa do Artesanato Acreano
Para comprar lembranças da viagem, vale incluir a Casa do Artesanato Acreano.
O espaço funciona em frente ao Calçadão da Gameleira e reúne produtos feitos por artesãos do estado.
Em 2025, a Casa comercializou mais de R$ 443 mil em peças e reunia produtos de centenas de artesãos cadastrados.
É uma boa opção para comprar:
- peças indígenas;
- objetos de madeira;
- produtos com sementes;
- artesanato regional;
- lembranças da Amazônia.
13. Xapuri
Xapuri é provavelmente a cidade mais importante do Acre para quem deseja conhecer a história dos seringueiros e de Chico Mendes.
A cidade fica a cerca de 187 km de Rio Branco pela BR-317, com trajeto de aproximadamente 2h30 de carro, segundo a prefeitura.
O município faz parte atualmente da Rota Caminhos do Pacífico do Mapa do Turismo Brasileiro.
Reserve pelo menos um dia inteiro.
14. Casa de Chico Mendes
A Casa de Chico Mendes é um dos principais patrimônios históricos do Acre.
Foi o local onde o líder seringueiro viveu seus últimos anos e onde foi assassinado em dezembro de 1988.
O imóvel e seu acervo foram tombados pelo Iphan em 2011.
A visita é importante para compreender a história dos movimentos sociais e ambientais ligados à Amazônia.
15. Memorial Chico Mendes
O Memorial Chico Mendes complementa a visita à casa.
O espaço ajuda a contextualizar a vida, a trajetória sindical e a relação de Chico Mendes com os seringueiros e a floresta.
Combine as duas atrações no mesmo dia.
16. Seringal Cachoeira
O Seringal Cachoeira, em Xapuri, proporciona uma experiência mais ligada à vida na floresta.
O local possui opções de trilhas, hospedagem, arvorismo e contato com a natureza.
É uma alternativa especialmente interessante para quem deseja passar uma noite fora da cidade.
Atenção: a operação deve ser confirmada e, quando necessário, agendada previamente.
17. Trilha Chico Mendes
A Trilha Chico Mendes fica na Reserva Extrativista Chico Mendes e atravessa áreas associadas à história dos seringueiros.
A trilha passa por diferentes colocações e pontos de apoio da floresta.
É uma experiência muito diferente de um passeio urbano e deve ser planejada com guia e estrutura adequada.
18. Reserva Extrativista Chico Mendes
A Reserva Extrativista Chico Mendes é uma das áreas mais importantes para compreender o modelo de vida tradicional dos povos da floresta.
O território envolve municípios como Xapuri, Brasileia e Assis Brasil.
A experiência turística deve respeitar as comunidades, os moradores e as regras da unidade de conservação.
19. Brasileia
Brasileia está no Alto Acre, próxima à fronteira com a Bolívia.
A cidade pode ser combinada com:
- Xapuri;
- Epitaciolândia;
- Assis Brasil;
- geoglifos;
- experiências na Reserva Extrativista Chico Mendes.
A região integra a Rota Caminhos do Pacífico.
20. Epitaciolândia
Epitaciolândia está próxima de Brasileia e da fronteira boliviana.
O município passou a integrar oficialmente o Mapa do Turismo Brasileiro e vem estruturando um plano de turismo sustentável.
É uma boa parada para quem pretende conhecer o extremo sul do Acre.
21. Assis Brasil
Assis Brasil está no extremo sul do estado e integra a Rota Caminhos do Pacífico.
A região é especialmente interessante para quem quer combinar:
- floresta;
- fronteira;
- Rio Acre;
- comunidades;
- geoglifos;
- reservas extrativistas.
O Ministério do Turismo também destaca experiências de navegação, pesca e gastronomia associadas ao Rio Acre.
22. Geoglifos do Acre
Os geoglifos estão entre as atrações arqueológicas mais fascinantes do estado.
São grandes estruturas geométricas escavadas no solo, muitas delas em formato circular ou quadrado.
O Iphan explica que essas estruturas estão principalmente no leste do Acre e ajudam a revelar a complexidade das ocupações indígenas pré-coloniais da Amazônia.
Existem mais de 500 sítios identificados no estado, segundo levantamento apresentado em documento cultural federal de 2026. Entre os exemplos citados estão Jacó Sá, Severino Calazans e Tequinho.
23. Sítio Arqueológico Jacó Sá
O Sítio Arqueológico Jacó Sá é um dos geoglifos mais conhecidos do Acre.
Segundo o Iphan, o sítio está localizado a aproximadamente 50 km de Rio Branco e foi inscrito no Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico em 2018.
Para visitar, é importante verificar previamente se há acesso organizado e acompanhamento de guia.
24. Porto Acre
Porto Acre possui importância histórica relacionada à Revolução Acreana e à formação do território.
O município fica às margens do Rio Acre e é uma opção para quem quer ampliar o roteiro histórico além de Rio Branco e Xapuri.
É mais interessante para quem tem pelo menos uma semana de viagem.
25. Cruzeiro do Sul
Cruzeiro do Sul é o segundo maior município do Acre e uma das principais portas de entrada para o Vale do Juruá.
A cidade possui aeroporto e ligação rodoviária com Rio Branco.
Pela BR-364, a distância é de aproximadamente 635 km; de carro, o trajeto informado pela prefeitura é de cerca de 12 horas. Por avião, o voo direto é muito mais rápido.
Cruzeiro do Sul deve receber pelo menos dois ou três dias de uma viagem pelo Juruá.
26. Rio Croa
O Rio Croa é uma das experiências amazônicas mais conhecidas de Cruzeiro do Sul.
A região é procurada por suas águas tranquilas, vegetação, passeios de canoa e experiências comunitárias.
A Secretaria de Turismo do Acre destaca a Comunidade do Croa como um lugar de vivência amazônica, com culinária regional e contato com as tradições locais.
É um dos passeios que não deveria faltar em uma primeira viagem ao Juruá.
27. Igarapé Preto
O Igarapé Preto é um dos principais balneários de Cruzeiro do Sul.
O local é procurado para banho e lazer, especialmente nos períodos mais quentes.
Em 2025, a prefeitura manteve guarda-vidas no local durante fins de semana e feriados e instalou sinalização para aumentar a segurança dos banhistas.
As condições do rio podem mudar rapidamente. Nunca entre na água sem observar a sinalização e as orientações locais.
28. Catedral Nossa Senhora da Glória
A Catedral Nossa Senhora da Glória é um dos principais símbolos arquitetônicos de Cruzeiro do Sul.
A igreja possui influência arquitetônica europeia e está no centro histórico da cidade.
A prefeitura incluiu a catedral em uma nova Rota das Capelas e Igrejas, criada para valorizar o patrimônio religioso e arquitetônico local.
29. Museu Centro Cultural do Juruá
O Museu Centro Cultural do Juruá é uma boa introdução à história regional.
Em 2025, um city tour organizado pela prefeitura passou pelo museu e por outros pontos históricos de Cruzeiro do Sul.
É uma atração indicada para começar a visita antes de partir para os rios e áreas de floresta.
30. Mirante do Morro da Glória
O Mirante do Morro da Glória oferece uma vista panorâmica de Cruzeiro do Sul.
A atração foi incluída no circuito turístico oficial realizado pela prefeitura.
É especialmente interessante no fim da tarde.
31. Mercado de Produtos Regionais de Cruzeiro do Sul
O mercado é uma das melhores opções para conhecer os sabores do Juruá.
Entre os produtos que merecem atenção estão:
- farinha de mandioca;
- frutas amazônicas;
- peixes;
- doces;
- produtos agrícolas;
- artesanato.
A farinha é particularmente importante na identidade gastronômica de Cruzeiro do Sul.
32. Parque Nacional da Serra do Divisor
O Parque Nacional da Serra do Divisor é um dos grandes motivos para viajar até o oeste do Acre.
O parque fica na fronteira do Brasil com o Peru e protege uma região de enorme biodiversidade.
Segundo o ICMBio, a área é um divisor de águas entre a bacia do Médio Vale do Rio Ucayali, no Peru, e o Alto Vale do Rio Juruá, no Acre.
Entre as atividades registradas pelo ICMBio estão:
- trilhas;
- observação de aves;
- observação de primatas;
- cachoeiras;
- mirantes;
- observação do nascer e do pôr do sol;
- observação de estrelas.
33. Mirante da Serra do Divisor
O Mirante da Serra do Divisor é um dos pontos mais impressionantes do parque.
O Governo do Acre informa que o mirante passou por reforma em 2025 e 2026, com melhorias voltadas à segurança e ao conforto dos visitantes.
A vista sobre a floresta é um dos grandes momentos da viagem.
34. Cachoeira Pirapora
A Cachoeira Pirapora está entre os atrativos de visitação do Parque Nacional da Serra do Divisor.
O ICMBio considera o acesso à Pirapora I um dos mais fáceis entre os atrativos do parque.
É uma das melhores opções para quem quer conhecer a região sem começar pelas trilhas mais longas.
35. Cachoeira do Amor
A Cachoeira do Amor é outra opção de trilha no Parque Nacional da Serra do Divisor.
O ICMBio cita a atração entre os percursos mais curtos da unidade.
As condições de acesso podem variar conforme chuva, nível dos rios e operação turística.
36. Mâncio Lima
Mâncio Lima é um dos municípios mais interessantes do Vale do Juruá para quem procura turismo de natureza e experiências indígenas.
O município integra a região turística Caminhos das Aldeias e da Biodiversidade.
A cidade também possui ligação com o povo Puyanawa e com festivais culturais indígenas.
37. Aldeia Puyanawa
As vivências com o povo Puyanawa estão entre as experiências de turismo indígena que vêm ganhando espaço no Acre.
O ideal é participar apenas de atividades organizadas e autorizadas pela própria comunidade.
Respeite as regras relacionadas a:
- fotografias;
- vídeos;
- rituais;
- objetos sagrados;
- alimentação;
- áreas restritas.
Turismo indígena deve ser entendido como uma experiência cultural, e não como espetáculo.
38. Tarauacá
Tarauacá é conhecida regionalmente por sua produção de abacaxi e está incluída na rota turística do Juruá.
O município também possui forte relação com comunidades indígenas e com experiências culturais.
O Governo do Acre destaca Tarauacá como uma das localidades onde o turismo indígena, especialmente ligado aos povos Yawanawa e Huni Kuin, vem se fortalecendo.
39. Feijó
Feijó é conhecida como uma das referências do açaí no Acre.
A cidade também integra a região turística Caminhos das Aldeias e da Biodiversidade.
Além da gastronomia, experiências ligadas ao Rio Envira e às comunidades indígenas podem ser encontradas na região.
40. Marechal Thaumaturgo
Marechal Thaumaturgo está no extremo oeste do Acre, em uma das regiões mais remotas e preservadas do estado.
O município integra a estrutura turística do Juruá e vem sendo associado ao turismo de natureza e às vivências comunitárias.
É um destino para viajantes que querem uma experiência amazônica mais profunda.
O acesso exige planejamento muito maior do que uma viagem convencional pelo Acre.
Qual é a melhor época para viajar para o Acre?
O Acre possui duas estações bastante marcadas:
- período mais chuvoso;
- período mais seco.
A escolha depende do tipo de experiência desejada.
Para trilhas e cachoeiras
O período menos chuvoso tende a facilitar os deslocamentos e trilhas.
Para observar a floresta muito verde
O período chuvoso pode proporcionar paisagens exuberantes, mas também pode dificultar estradas e trilhas.
Para Serra do Divisor
É fundamental verificar as condições locais antes da viagem.
O acesso envolve deslocamentos fluviais e terrestres e pode sofrer alterações conforme o nível dos rios e as condições climáticas.
Quantos dias ficar no Acre?
O Acre é grande e possui duas áreas turísticas muito diferentes.
A primeira é o eixo:
Rio Branco + Xapuri + Alto Acre
A segunda é:
Cruzeiro do Sul + Vale do Juruá + Serra do Divisor
Tentar fazer as duas regiões em poucos dias pode deixar a viagem cansativa.
3 dias
Rio Branco.
5 dias
Rio Branco + Xapuri.
7 dias
Rio Branco + Xapuri + Brasileia/Assis Brasil.
10 dias
Rio Branco + Xapuri + Cruzeiro do Sul.
15 dias
Rio Branco + Xapuri + Alto Acre + Cruzeiro do Sul + Serra do Divisor.
Roteiro de 3 dias no Acre
Dia 1 — Centro histórico de Rio Branco
Conheça:
- Palácio Rio Branco;
- Praça da Revolução;
- Memorial dos Autonomistas;
- Museu dos Povos Acreanos;
- Mercado Velho.
À tarde, atravesse a Passarela Joaquim Macedo.
No fim do dia, caminhe pelo Calçadão da Gameleira.
Dia 2 — Natureza e cultura
Visite:
- Parque Ambiental Chico Mendes;
- Museu da Borracha;
- Parque Capitão Ciríaco;
- Casa do Artesanato.
Dia 3 — Rio Branco
Reserve o dia para atrações que ficaram de fora e experiências gastronômicas.
Roteiro de 5 dias
Dia 1
Centro histórico de Rio Branco.
Dia 2
Parques, museus e mercados.
Dia 3
Xapuri.
Dia 4
Casa de Chico Mendes + Seringal Cachoeira.
Dia 5
Trilha ou experiência de natureza e retorno a Rio Branco.
Roteiro de 7 dias
Dias 1 e 2
Rio Branco.
Dias 3 e 4
Xapuri.
Dia 5
Brasileia.
Dia 6
Assis Brasil e região.
Dia 7
Retorno a Rio Branco.
Se o objetivo principal for natureza, substitua parte do Alto Acre por uma experiência de floresta.
Roteiro de 10 dias
Dias 1 e 2
Rio Branco.
Dias 3 e 4
Xapuri.
Dia 5
Brasileia e Epitaciolândia.
Dia 6
Retorno para Rio Branco.
Dia 7
Voo para Cruzeiro do Sul.
Dia 8
Rio Croa + Igarapé Preto.
Dia 9
Cruzeiro do Sul + atrações históricas.
Dia 10
Experiência de natureza no Juruá.
Roteiro de 15 dias pelo Acre
Para uma viagem mais completa:
Dias 1 a 3
Rio Branco.
Dias 4 e 5
Xapuri.
Dia 6
Seringal Cachoeira.
Dia 7
Brasileia.
Dia 8
Assis Brasil.
Dia 9
Retorno a Rio Branco.
Dia 10
Voo para Cruzeiro do Sul.
Dia 11
Cruzeiro do Sul.
Dia 12
Rio Croa.
Dia 13
Igarapé Preto + Mâncio Lima.
Dias 14 e 15
Serra do Divisor, conforme operação e acesso disponíveis.
Para o Parque Nacional da Serra do Divisor, confirme previamente as regras e a logística diretamente com operadores autorizados e com o ICMBio. O próprio órgão informa que há diferentes trilhas e atrativos, com alguns acessos mais simples e outros que podem exigir pernoite na floresta.
Quanto custa viajar para o Acre em 2027?
Os preços de 2027 ainda não estão definidos.
Como referência para planejamento:
Viagem econômica
R$ 180 a R$ 300 por pessoa/dia, sem considerar passagem aérea de ida e volta até o Acre.
Viagem intermediária
R$ 300 a R$ 550 por pessoa/dia.
Viagem confortável
R$ 550 a R$ 1.000 ou mais por pessoa/dia.
Em uma viagem para Serra do Divisor, o orçamento pode subir bastante por causa de:
- barco;
- guia;
- hospedagem;
- alimentação;
- transfers;
- logística de floresta;
- deslocamentos de longa distância.
Quanto custa uma viagem de 7 dias?
Uma estimativa inicial:
| Despesa | Faixa para 7 dias |
|---|---|
| Hospedagem | R$ 1.400–3.000 |
| Alimentação | R$ 700–1.400 |
| Transporte local | R$ 400–1.200 |
| Passeios | R$ 300–1.500 |
| Extras | R$ 300–600 |
| Total | R$ 3.100–7.700 |
Essa estimativa não inclui a passagem aérea até o Acre.
Uma viagem para o Juruá ou Serra do Divisor pode ultrapassar bastante essa faixa.
Quanto custa comer no Acre?
Como referência de planejamento para 2026:
| Tipo de refeição | Valor aproximado |
|---|---|
| Café da manhã simples | R$ 15–30 |
| Almoço econômico | R$ 25–45 |
| Restaurante intermediário | R$ 45–80 |
| Jantar intermediário | R$ 45–90 |
| Restaurante especial | R$ 90+ |
No interior, os preços podem variar bastante conforme distância e logística.
O que comer no Acre?
A gastronomia acreana tem influência indígena, amazônica e nordestina.
Não deixe de experimentar:
- tacacá;
- pato no tucupi;
- peixe amazônico;
- tambaqui;
- pirarucu;
- baixaria;
- farinha de mandioca;
- banana;
- macaxeira;
- açaí;
- frutas amazônicas.
Em Rio Branco, o Mercado Velho é um dos lugares mais interessantes para começar a explorar os sabores locais.
A famosa farinha de Cruzeiro do Sul
A farinha de Cruzeiro do Sul merece atenção especial.
Ela faz parte da identidade gastronômica do Vale do Juruá e aparece em mercados, restaurantes e experiências culinárias da região.
Para quem gosta de gastronomia, vale reservar algum tempo para visitar o mercado de produtos regionais da cidade.
Como chegar ao Acre?
De avião
O principal aeroporto é o Aeroporto Internacional de Rio Branco.
Para quem vem de outras regiões brasileiras, o avião costuma ser a maneira mais prática de chegar.
Para Cruzeiro do Sul
Cruzeiro do Sul também possui aeroporto.
A prefeitura informa que é possível chegar à cidade por avião ou pela BR-364. O percurso rodoviário a partir de Rio Branco tem aproximadamente 635 km.
Para uma viagem curta, o avião economiza muitas horas.
Dá para viajar de carro pelo Acre?
Sim.
O carro é bastante útil para:
- Xapuri;
- Brasileia;
- Epitaciolândia;
- Assis Brasil;
- Porto Acre;
- atrações rurais.
Entretanto, para o Vale do Juruá e principalmente para a Serra do Divisor, a logística pode exigir barco, avião, veículos locais e guias.
Não considere que alugar um carro em Rio Branco resolverá toda a viagem.
Acre de ônibus
É possível viajar de ônibus entre as principais cidades.
Xapuri, por exemplo, possui ligação rodoviária com Rio Branco pela BR-317. A prefeitura informa que o trajeto de ônibus leva aproximadamente 3h15, considerando as paradas.
Para destinos mais remotos, porém, a oferta de transporte é mais limitada.
Onde ficar no Acre?
Rio Branco
É a melhor base para uma primeira viagem.
Possui maior variedade de:
- hotéis;
- restaurantes;
- agências;
- transporte;
- serviços.
Xapuri
Ideal para quem quer explorar a história dos seringueiros e Chico Mendes.
Cruzeiro do Sul
É a melhor base para:
- Rio Croa;
- Igarapé Preto;
- Mâncio Lima;
- Serra do Divisor.
A prefeitura informou em 2025 que o município contava com 18 hotéis em funcionamento.
Marechal Thaumaturgo
Mais indicado para viagens de experiência e natureza, com planejamento especializado.
Acre para quem gosta de natureza
Priorize:
- Serra do Divisor;
- Rio Croa;
- Igarapé Preto;
- Cachoeira Pirapora;
- Cachoeira do Amor;
- Reserva Extrativista Chico Mendes;
- Seringal Cachoeira;
- Trilha Chico Mendes;
- Rio Acre;
- áreas de floresta do Juruá.
Acre para quem gosta de história
Monte o roteiro com:
- Palácio Rio Branco;
- Museu da Borracha;
- Museu dos Povos Acreanos;
- Memorial dos Autonomistas;
- Gameleira;
- Casa de Chico Mendes;
- Memorial Chico Mendes;
- Seringal Cachoeira;
- geoglifos;
- Sítio Arqueológico Jacó Sá.
Acre para quem gosta de arqueologia
O Acre é um dos estados brasileiros mais interessantes para quem se interessa pela ocupação indígena pré-colonial da Amazônia.
Os geoglifos são a principal atração.
O Iphan explica que eles são estruturas geométricas construídas com movimentação de terra e estão associados principalmente às regiões dos rios Acre e Iquiri.
É importante lembrar que nem todo geoglifo é uma atração turística convencional.
Alguns estão em propriedades privadas ou áreas sem infraestrutura.
Por isso, não tente acessar um sítio arqueológico por conta própria.
Acre para quem gosta de turismo indígena
O estado possui experiências indígenas em diferentes regiões.
O Governo do Acre destaca:
- Puyanawa em Mâncio Lima;
- Yawanawa e Huni Kuin em Tarauacá;
- Shanenawa em Feijó;
- Jaminawa e Manchineri em Assis Brasil.
Essas experiências devem ser feitas de forma responsável e preferencialmente diretamente com iniciativas organizadas pelas comunidades.
Acre para viajar em família
Para famílias, priorize:
- Museu dos Povos Acreanos;
- Palácio Rio Branco;
- Novo Mercado Velho;
- Gameleira;
- Parque Ambiental Chico Mendes;
- Museu da Borracha;
- Rio Croa;
- Igarapé Preto.
A Serra do Divisor pode ser incluída com crianças maiores, dependendo da atividade escolhida e das condições físicas.
Acre para casal
Para uma viagem a dois, uma boa combinação é:
Rio Branco + Xapuri + Seringal Cachoeira
Outra possibilidade:
Cruzeiro do Sul + Rio Croa + Serra do Divisor
O Seringal Cachoeira oferece hospedagem, trilhas e contato com a natureza, podendo funcionar bem para quem deseja passar uma noite em um ambiente mais isolado.
Acre para aventura
As principais opções incluem:
- trilhas;
- cachoeiras;
- passeios de canoa;
- observação de aves;
- observação de primatas;
- camping;
- arvorismo;
- navegação;
- experiências na floresta.
No Parque Nacional da Serra do Divisor, o ICMBio cita trilhas, cachoeiras, observação de aves e primatas, mirante e observação de estrelas.
Quanto custa visitar a Serra do Divisor?
Não existe uma única tarifa que represente toda a experiência.
O custo depende de:
- ponto de partida;
- transporte;
- barco;
- hospedagem;
- alimentação;
- guia;
- duração;
- atividade escolhida.
Por isso, para 2027, o ideal é solicitar orçamento completo a operadores locais e confirmar as condições diretamente com o ICMBio.
Segurança no Acre
Em áreas urbanas, adote os mesmos cuidados de qualquer capital brasileira.
Na floresta, os cuidados são diferentes.
Nunca:
- faça trilhas sozinho;
- entre em rios desconhecidos;
- se afaste do grupo;
- ignore orientações de guias;
- toque em animais;
- retire plantas ou objetos da floresta;
- acampe sem planejamento.
Em áreas indígenas e reservas, respeite as regras específicas de cada comunidade ou unidade de conservação.
Cuidados com o clima
O calor pode ser forte durante boa parte do ano.
Leve:
- roupas leves;
- repelente;
- protetor solar;
- chapéu;
- óculos de sol;
- tênis;
- sandália;
- capa de chuva;
- garrafa de água;
- mochila pequena;
- saco impermeável;
- power bank.
Para Serra do Divisor, acrescente equipamentos apropriados para trilha e considere que algumas atividades podem envolver pernoite.
O que levar para a Serra do Divisor?
Se a viagem incluir trilhas ou pernoite:
- mochila confortável;
- lanterna;
- capa de chuva;
- repelente;
- protetor solar;
- roupas de secagem rápida;
- calçado adequado;
- saco estanque;
- medicamentos pessoais;
- garrafa de água;
- documentos;
- bateria externa.
A lista exata deve ser definida com o operador responsável pela expedição.
Como economizar em uma viagem ao Acre?
1. Escolha uma região
Não tente conhecer o estado inteiro em poucos dias.
2. Use Rio Branco como base
Para viagens pelo leste do estado, isso pode reduzir bastante os custos.
3. Reserve voos internos com antecedência
Para Cruzeiro do Sul, o avião pode economizar muitas horas de estrada.
4. Divida transfers
Em regiões remotas, dividir transporte entre quatro ou mais viajantes pode reduzir bastante o custo.
5. Coma nos mercados
Além de economizar, você experimenta produtos locais.
6. Reserve experiências de floresta antes
Serra do Divisor, turismo comunitário e experiências indígenas exigem planejamento.
Melhores lugares para fotografar no Acre
Coloque na lista:
- Gameleira;
- Rio Acre;
- Passarela Joaquim Macedo;
- Palácio Rio Branco;
- Novo Mercado Velho;
- Xapuri;
- Casa de Chico Mendes;
- Seringal Cachoeira;
- geoglifos;
- Rio Croa;
- Igarapé Preto;
- Mirante da Serra do Divisor;
- Cachoeira Pirapora.
O Acre tem praia?
Não possui litoral.
Mas possui balneários e praias fluviais.
Os rios e igarapés são parte importante do lazer regional, especialmente no Juruá.
O Rio Croa e o Igarapé Preto, por exemplo, são procurados para passeios e banho em Cruzeiro do Sul.
Perguntas frequentes sobre o Acre
Qual é o lugar mais famoso do Acre?
Entre os destinos mais conhecidos estão Rio Branco, Xapuri, Rio Croa e Parque Nacional da Serra do Divisor.
Quantos dias são necessários para conhecer o Acre?
Para uma primeira viagem, 5 a 7 dias permitem conhecer Rio Branco e Xapuri. Para incluir Cruzeiro do Sul e Serra do Divisor, o ideal é pensar em 10 a 15 dias.
Qual é a melhor cidade para ficar?
Rio Branco é a melhor base para a primeira viagem. Cruzeiro do Sul é a melhor base para explorar o Vale do Juruá.
Vale a pena conhecer Xapuri?
Sim, especialmente para quem gosta de história, cultura e Amazônia. A cidade concentra atrações relacionadas a Chico Mendes e à história dos seringueiros.
Onde fica a Serra do Divisor?
O Parque Nacional da Serra do Divisor fica no noroeste do Acre, na fronteira do Brasil com o Peru.
Dá para visitar a Serra do Divisor por conta própria?
Para uma viagem convencional, não é recomendável organizar a região sem planejamento local. O acesso envolve logística específica, e as condições de visitação precisam ser confirmadas previamente.
O Acre é bom para turismo de natureza?
Sim. Serra do Divisor, Rio Croa, Igarapé Preto, Reserva Extrativista Chico Mendes e Seringal Cachoeira oferecem diferentes tipos de experiências.
O Acre tem turismo indígena?
Sim. Existem experiências e festivais relacionados a diferentes povos indígenas, incluindo Puyanawa, Yawanawa, Huni Kuin, Shanenawa, Jaminawa e Manchineri.
É caro viajar para o Acre?
Pode ser econômico em Rio Branco, mas viagens para regiões remotas podem ficar caras devido ao transporte, barco, guias e hospedagem.
Vale a pena alugar carro?
Para Rio Branco e o Alto Acre, pode ser útil. Para Serra do Divisor e algumas regiões do Juruá, a logística é mais complexa e o carro alugado não resolve todos os deslocamentos.
O que comprar de lembrança do Acre?
Artesanato indígena, peças feitas com sementes e madeira, produtos amazônicos e itens produzidos por artesãos locais são boas opções. A Casa do Artesanato Acreano é uma referência em Rio Branco.
Afinal, o que fazer no Acre em 2027?
O Acre é um destino para quem quer ir além do turismo convencional.
Em uma primeira viagem, comece por Rio Branco, conhecendo o Palácio Rio Branco, Museu dos Povos Acreanos, Museu da Borracha, Mercado Velho, Gameleira e Passarela Joaquim Macedo.
Depois, siga para Xapuri, onde a história de Chico Mendes e dos seringueiros ajuda a entender uma parte fundamental da identidade acreana.
Se houver mais tempo, avance até o Vale do Juruá.
Em Cruzeiro do Sul, o Rio Croa, Igarapé Preto, mercado regional e patrimônio histórico formam uma combinação excelente. A cidade também é uma das principais portas de entrada para a Serra do Divisor.
Para uma experiência mais profunda, inclua o Parque Nacional da Serra do Divisor, com trilhas, cachoeiras, mirantes, observação de aves e experiências de floresta.
E não deixe de considerar os geoglifos e o turismo indígena como partes importantes da viagem.
O grande segredo para conhecer o Acre é entender que ele não deve ser tratado como um destino de passagem.
É um estado para viajar com tempo.
Rio Branco mostra a história.
Xapuri mostra a memória dos seringueiros.
Cruzeiro do Sul apresenta o Juruá.
Os geoglifos revelam uma Amazônia muito mais antiga.
E a Serra do Divisor mostra a dimensão da floresta.
Para 2027, monte o roteiro por regiões, reserve experiências remotas com antecedência e confirme sempre as condições de acesso às unidades de conservação, comunidades e atrativos naturais.