O que fazer no Amazonas em 2027: guia completo com 40 lugares, floresta, rios, preços, roteiros e dicas de viagem

Por Redação
41 min de leitura

O Amazonas é um dos destinos mais impressionantes do Brasil para quem procura natureza, aventura, rios, floresta, cultura indígena, comunidades ribeirinhas e experiências completamente diferentes das encontradas em outras regiões do país.

Conteúdo

A viagem pode começar em Manaus, com o Teatro Amazonas, o Mercado Adolpho Lisboa e o Centro Histórico, e continuar pelo Encontro das Águas, comunidades ribeirinhas, praias de rio, cachoeiras, cavernas e grandes áreas protegidas da floresta.

Mais distante da capital, o estado oferece experiências ainda mais imersivas em Novo Airão, Anavilhanas, Parque Nacional do Jaú, Mamirauá, Barcelos, Parintins e São Gabriel da Cachoeira.

O Amazonas também é um destino em que a época do ano modifica bastante a paisagem. Durante a seca surgem praias fluviais e bancos de areia; durante a cheia, alguns rios invadem a floresta e permitem experiências de navegação pelos igapós. O Parque Nacional de Anavilhanas, por exemplo, permanece aberto durante todo o ano, mas apresenta praias na seca e florestas alagadas na cheia.

Este guia foi preparado para quem pretende viajar pelo Amazonas em 2027, utilizando informações disponíveis em 2026 como referência.

Importante: preços de hotéis, passeios, barcos, voos e entradas podem mudar até 2027. Os valores apresentados são referências para planejamento e não tarifas garantidas.


Por que conhecer o Amazonas em 2027?

O Amazonas permite combinar vários tipos de viagem.

Você pode fazer:

  • turismo histórico em Manaus;
  • passeios de barco;
  • observação de fauna;
  • trilhas na floresta;
  • turismo de base comunitária;
  • pesca esportiva;
  • praias de rio;
  • cachoeiras;
  • cavernas;
  • turismo indígena;
  • observação de aves;
  • fotografia;
  • cruzeiros fluviais;
  • experiências gastronômicas;
  • turismo de aventura.

A própria Prefeitura de Manaus destaca como experiências turísticas da capital o Encontro das Águas, comunidades ribeirinhas, Ponta Negra e o acesso fluvial ao arquipélago de Anavilhanas.

No interior, a diversidade aumenta ainda mais.

Barcelos é referência nacional em pesca esportiva; Novo Airão funciona como uma das principais portas para Anavilhanas e Jaú; Presidente Figueiredo concentra cachoeiras e cavernas; e Mamirauá se destaca pelo turismo de natureza e de base comunitária.


Quantos dias ficar no Amazonas?

Depende bastante do tipo de viagem.

3 dias

Bom para conhecer Manaus.

5 dias

Permite Manaus + Encontro das Águas + um passeio de floresta.

7 dias

Ideal para combinar Manaus e Presidente Figueiredo ou Manaus e Novo Airão.

10 dias

Já permite fazer Manaus + Novo Airão + Anavilhanas.

12 a 15 dias

Permite incluir uma experiência mais longa de floresta ou Mamirauá.

15 a 20 dias

Boa duração para combinar Manaus, Novo Airão, Presidente Figueiredo e um destino mais distante, como Barcelos ou Parintins.

Para conhecer São Gabriel da Cachoeira ou Mamirauá com tranquilidade, é melhor separar uma viagem específica.


40 lugares para conhecer no Amazonas

1. Manaus

Manaus é a principal porta de entrada turística do Amazonas.

A cidade combina arquitetura do ciclo da borracha, gastronomia, rios, museus, mercados e acesso a diferentes experiências na floresta.

É também a base para praticamente todos os primeiros roteiros pelo estado.

Quanto ficar

De 2 a 4 dias.

Principais atrações

  • Teatro Amazonas;
  • Mercado Adolpho Lisboa;
  • Centro Histórico;
  • Largo de São Sebastião;
  • Museu da Amazônia;
  • Ponta Negra;
  • Encontro das Águas;
  • Museu do Seringal;
  • comunidades ribeirinhas.

2. Teatro Amazonas

O Teatro Amazonas é o principal símbolo histórico e cultural de Manaus.

Foi inaugurado em 31 de dezembro de 1896, durante o período de grande prosperidade proporcionado pelo ciclo da borracha.

A Prefeitura de Manaus informa que o teatro oferece visita guiada e recebe apresentações, concertos e eventos culturais.

Dica

Mesmo que você não assista a um espetáculo, faça a visita guiada.

O interior é uma das partes mais impressionantes da experiência.


3. Largo de São Sebastião e Centro Histórico de Manaus

A área ao redor do Teatro Amazonas reúne prédios históricos, restaurantes, bares, espaços culturais e uma das partes mais interessantes para caminhar pela capital.

É uma região especialmente agradável no fim da tarde e à noite.

Ideal para

  • primeira viagem;
  • fotografia;
  • história;
  • gastronomia;
  • viagem em casal.

4. Mercado Municipal Adolpho Lisboa

O Mercado Adolpho Lisboa é um dos patrimônios históricos e culturais mais conhecidos de Manaus.

Em 2026, o mercado completou 143 anos e passou por ações de revitalização promovidas pela prefeitura.

O que encontrar

  • peixes amazônicos;
  • frutas regionais;
  • ervas;
  • castanhas;
  • artesanato;
  • temperos;
  • produtos da floresta;
  • ingredientes típicos.

Dica

É um dos melhores lugares para começar a conhecer a gastronomia amazonense.


5. Museu da Amazônia — MUSA

O Museu da Amazônia fica em uma grande área de floresta na zona norte de Manaus.

É uma alternativa interessante para quem quer conhecer a biodiversidade amazônica sem precisar fazer uma expedição para o interior.

O que esperar

  • trilhas;
  • floresta;
  • observação de fauna e flora;
  • torre de observação;
  • atividades de educação ambiental.

Quanto tempo

Reserve pelo menos meio período.


6. Praia da Ponta Negra

A Ponta Negra é o principal espaço de lazer à beira do Rio Negro em Manaus.

A área reúne calçadão, restaurantes, bares, espaços culturais e uma praia fluvial que muda de acordo com o nível do rio.

A prefeitura mantém regras específicas para banho. Em orientação publicada em 2025, o horário autorizado para banho era das 8h às 17h, com atuação de guarda-vidas nesse período.

Atenção

As regras podem mudar até 2027.

Sempre confira as condições antes de entrar no rio.


7. Encontro das Águas

É uma das experiências obrigatórias para quem visita Manaus pela primeira vez.

No encontro, as águas do Rio Negro e do Rio Solimões seguem lado a lado por determinado trecho antes de se misturarem completamente.

Passeios de barco podem incluir também comunidades, almoço regional e outras atrações.

A Prefeitura de Manaus destaca o Encontro das Águas entre os principais passeios fluviais da cidade.

Quanto custa

Como referência de planejamento, passeios compartilhados podem ficar aproximadamente entre R$ 100 e R$ 250 por pessoa, dependendo do roteiro.

Passeios privativos podem custar muito mais.


8. Lago Janauari

O Lago Janauari costuma aparecer em roteiros de barco saindo de Manaus.

A região oferece uma experiência de floresta alagada, igarapés e vegetação amazônica.

Dependendo do nível das águas, a paisagem muda bastante.

Dica

Combine com o Encontro das Águas em um passeio de dia inteiro.


9. Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Tupé

A Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Tupé fica próxima a Manaus e pode ser acessada por via fluvial.

A Prefeitura informa que a região fica a aproximadamente 25 minutos de Manaus por barco e reúne seis comunidades, com turismo de base comunitária e agricultura familiar entre as atividades locais.

Ideal para

  • famílias;
  • turismo comunitário;
  • praias de rio;
  • contato com comunidades;
  • quem tem poucos dias em Manaus.

10. Museu do Seringal Vila Paraíso

O Museu do Seringal apresenta elementos da história do ciclo da borracha e da vida nos antigos seringais.

O acesso é feito por barco, o que já faz parte da experiência.

Dica

É um passeio interessante para quem quer entender como a economia da borracha influenciou Manaus e toda a região amazônica.


Presidente Figueiredo

11. Presidente Figueiredo

Presidente Figueiredo é conhecido como a Terra das Cachoeiras.

O município fica a aproximadamente 107 km de Manaus pela BR-174 e reúne cachoeiras, cavernas, corredeiras e atividades de aventura.

A prefeitura informa que o município possui mais de cem quedas d’água catalogadas e oferece atividades como ecoturismo, rafting, rapel, boia-cross, mergulho e turismo de base comunitária.

Quanto ficar

2 a 3 dias.


12. Caverna do Maroaga

É uma das atrações naturais mais conhecidas de Presidente Figueiredo.

A caverna está integrada ao complexo que também inclui a Gruta da Judeia.

Importante

O acesso exige acompanhamento adequado e pode envolver caminhada.

Não tente entrar sozinho em cavernas desconhecidas.


13. Gruta da Judeia

A Gruta da Judeia fica próxima à Caverna do Maroaga.

É uma das atrações mais fotografadas de Presidente Figueiredo.

A prefeitura identifica Maroaga e Judeia entre os locais mais procurados do município.


14. Cachoeira de Iracema

A Cachoeira de Iracema é uma das principais atrações de Presidente Figueiredo.

O local combina floresta, caminhada e queda d’água.

Em 2026, o município também recebeu gravações cinematográficas na região da Cachoeira de Iracema e Gruta da Judeia, reforçando a visibilidade turística desses atrativos.


15. Cachoeira do Santuário

É outro dos atrativos mais procurados da região.

O conjunto de cachoeira e floresta cria uma experiência de contato direto com a natureza.

Ideal para

  • famílias;
  • casais;
  • fotografia;
  • banho de cachoeira.

16. Corredeira do Urubuí

A Corredeira do Urubuí fica próxima da área urbana e é uma das opções mais acessíveis de Presidente Figueiredo.

A prefeitura destaca o local como uma das atrações populares do município.

Ideal para

Quem tem pouco tempo.


17. Balbina

A região de Balbina, dentro do município de Presidente Figueiredo, possui o grande lago formado pela hidrelétrica e áreas de floresta.

Também existem opções de pesca esportiva e passeios.

A prefeitura destaca a pesca do tucunaré na região do lago de Balbina.


Novo Airão e Baixo Rio Negro

18. Novo Airão

Novo Airão é uma das principais bases para conhecer o Baixo Rio Negro.

O município está a cerca de 180 km de Manaus e fica próximo dos Parques Nacionais de Anavilhanas e Jaú.

Quanto ficar

2 a 4 noites.

Ideal para

  • natureza;
  • barcos;
  • praias fluviais;
  • observação de fauna;
  • turismo de base comunitária.

19. Parque Nacional de Anavilhanas

Anavilhanas é um dos grandes tesouros naturais do Amazonas.

O parque protege um enorme arquipélago fluvial no Rio Negro e possui milhares de ilhas, canais, praias e áreas de floresta.

O ICMBio informa que o parque possui mais de 350 mil hectares e está aberto durante todo o ano.

Na seca

Aparecem praias de areia branca.

Na cheia

Surgem experiências de navegação por florestas de igapó.

Quanto ficar

2 a 3 dias são interessantes para conhecer a região.


20. Botos de Novo Airão

A observação dos botos é uma das experiências mais conhecidas de Novo Airão.

É importante escolher operadores que trabalhem respeitando as regras ambientais e o comportamento natural dos animais.

Dica

Não incentive atividades que envolvam perseguição, captura, alimentação inadequada ou contato forçado com os animais.


21. Parque Nacional do Jaú

O Parque Nacional do Jaú é uma das maiores áreas protegidas de floresta tropical úmida do Brasil.

O ICMBio informa que o parque possui aproximadamente 2,27 milhões de hectares e está entre Novo Airão e Barcelos.

A visitação exige planejamento e autorização.

Na seca

Podem aparecer:

  • praias;
  • corredeiras;
  • pedrais;
  • petróglifos.

Na cheia

É possível fazer:

  • trilhas aquáticas;
  • navegação por igapós;
  • observação da floresta alagada.

22. Airão Velho

As ruínas de Airão Velho contam parte da história da ocupação econômica da região durante o ciclo da borracha.

O local pode ser incluído em roteiros pelo Baixo Rio Negro.

O ICMBio cita as ruínas do Airão Velho entre os atrativos existentes no roteiro integrado entre Novo Airão e Jaú.


23. Arquipélago de Mariuá

Mariuá fica na região de Barcelos e é considerado o maior arquipélago fluvial do mundo, com mais de 1.400 ilhas, segundo o turismo municipal.

É uma experiência indicada para quem gosta de:

  • navegação;
  • fotografia;
  • pesca;
  • praias de rio;
  • observação da natureza.

24. Trilhas e Grutas do Madadá

A região de Madadá integra os roteiros do Baixo Rio Negro.

O ICMBio menciona trilhas e grutas de Madadá entre os atrativos que podem ser visitados no percurso entre Novo Airão e o Parque Nacional do Jaú.

Ideal para

Quem quer uma experiência mais voltada para trilha e geologia.


Barcelos e o Médio Rio Negro

25. Barcelos

Barcelos é um dos principais destinos de pesca esportiva do Brasil.

O município fica às margens do Rio Negro e possui forte relação com a pesca do tucunaré.

A temporada tradicional de pesca esportiva ocorre entre setembro e fevereiro.

Quanto ficar

De 4 a 7 dias para uma viagem de pesca.


26. Parque Estadual Serra do Aracá

O Parque Estadual Serra do Aracá é um destino remoto e de aventura.

A área possui grandes formações rochosas e cachoeiras.

A prefeitura de Barcelos informa que o parque ocupa aproximadamente 1,8 milhão de hectares e abriga a Cachoeira do Eldorado, com queda próxima de 400 metros.

Importante

Não é um passeio convencional de bate-volta.

Exige planejamento logístico especializado.


27. Pesca esportiva em Barcelos

A pesca esportiva é uma das principais atividades turísticas do município.

O grande alvo é o tucunaré-açu.

Melhor época

A temporada indicada pelo turismo municipal vai aproximadamente de setembro a fevereiro.

Quanto custa?

É uma das viagens mais caras do turismo amazônico.

Expedições completas podem custar vários milhares de reais por pessoa, especialmente quando incluem:

  • barco-hotel;
  • alimentação;
  • piloteiro;
  • combustível;
  • equipamentos;
  • transfer;
  • vários dias de pesca.

Médio Solimões

28. Tefé

Tefé é uma das principais cidades do Médio Solimões e funciona como porta de entrada para experiências na região de Mamirauá.

É uma viagem completamente diferente de Manaus.

Ideal para

Quem quer conhecer uma Amazônia mais profunda.


29. Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá

Mamirauá é uma das experiências mais importantes de turismo de natureza do Amazonas.

A reserva protege uma enorme área de floresta de várzea e desenvolve atividades de pesquisa, conservação e turismo associado às comunidades.

O Ministério do Turismo destaca Mamirauá como referência em ecoturismo e turismo de base comunitária, com passeios por igarapés e experiências com comunidades ribeirinhas.


30. Pousada Uacari

A Pousada Uacari é uma das experiências mais conhecidas dentro da região de Mamirauá.

O empreendimento fica em área de várzea e proporciona uma experiência de hospedagem integrada à floresta.

O Ministério do Turismo descreve a região como uma área de floresta inundável, com comunidades ribeirinhas e grande biodiversidade.

Para quem é indicada

  • casais;
  • fotógrafos;
  • observadores de fauna;
  • pesquisadores;
  • viajantes que buscam experiências de natureza.

31. Reserva de Desenvolvimento Sustentável Amanã

A RDS Amanã integra uma das grandes áreas de conservação do Médio Solimões.

É uma alternativa para quem deseja aprofundar ainda mais a experiência amazônica.

Importante

Não é um destino turístico convencional.

A visita precisa ser organizada com operadores e comunidades autorizadas.

As Reservas de Desenvolvimento Sustentável têm visitação condicionada aos interesses locais e às regras de manejo da unidade.


Cultura e destinos do interior

32. Parintins

Parintins é um dos destinos culturais mais conhecidos do Amazonas.

A cidade é famosa pelo Festival Folclórico de Parintins, protagonizado pelos bois Caprichoso e Garantido.

Em 2026, a 59ª edição foi realizada nos dias 26, 27 e 28 de junho.

Fora do festival

A cidade também pode ser visitada para conhecer:

  • Bumbódromo;
  • cultura dos bois;
  • artesanato;
  • comunidades;
  • Serra da Valéria;
  • gastronomia.

33. Bumbódromo de Parintins

O Bumbódromo é o palco principal do Festival Folclórico.

Mesmo fora do período do festival, a estrutura ajuda a entender a dimensão cultural da festa.

Dica

Se quiser viajar para o festival de 2027, aguarde a divulgação oficial das datas e da venda de ingressos antes de montar o pacote.


34. Serra da Valéria

A Serra da Valéria fica na zona rural de Parintins e é uma das paisagens naturais associadas aos roteiros da região.

Também aparece como ponto de parada de cruzeiros internacionais.

O Governo do Amazonas possui projetos de infraestrutura turística na região, incluindo melhorias de acessibilidade e estrutura de recepção.


35. Nhamundá

Nhamundá fica na região do Baixo Amazonas e é conhecida pela pesca esportiva.

O turismo estadual destaca o município pela pesca do tucunaré e por eventos relacionados à atividade.

Ideal para

Quem quer conhecer uma região amazônica menos explorada pelo turismo convencional.


Alto Rio Negro

36. São Gabriel da Cachoeira

São Gabriel da Cachoeira é um dos destinos mais singulares do Amazonas.

O município está no Alto Rio Negro e possui grande diversidade cultural indígena.

A Amazonastur destaca a presença de povos como Tukano, Yanomami e Baniwa, além do artesanato indígena e das montanhas da região.

Quanto ficar

De 4 a 7 dias, dependendo do roteiro.


37. Serra da Bela Adormecida

A Serra da Bela Adormecida é uma das paisagens mais conhecidas de São Gabriel da Cachoeira.

A formação montanhosa ganhou esse nome pelo formato observado à distância.

Dica

O destino exige planejamento, especialmente para trilhas e acessos em áreas remotas.


38. Pico da Neblina

O Pico da Neblina é o ponto mais alto do Brasil e está no território de São Gabriel da Cachoeira.

É uma experiência de montanhismo e expedição, e não um passeio turístico convencional.

Importante

A visita exige autorização, logística específica, acompanhamento adequado e respeito às regras ambientais e às comunidades indígenas.

Não trate o Pico da Neblina como um passeio comum de um dia.


Outros destinos do Amazonas

39. Manacapuru

Manacapuru fica relativamente próxima de Manaus e é conhecida como a Princesinha do Solimões.

O município possui praias fluviais, igarapés, rios e manifestações culturais.

Pode ser incluído em roteiros pelo interior próximo à capital.


40. Rio Preto da Eva

Rio Preto da Eva é uma opção de turismo de natureza relativamente próxima de Manaus.

O município possui balneários, áreas verdes e eventos culturais.

A Amazonastur mantém Centro de Atendimento ao Turista no município, indicando sua integração à estrutura turística estadual.


Quanto custa viajar para o Amazonas em 2027?

O Amazonas possui uma diferença enorme de preços entre uma viagem urbana em Manaus e uma expedição de vários dias pela floresta.

Como referência para planejamento:

CategoriaEstimativa
Hotel econômico em ManausR$ 150–300
Hotel intermediárioR$ 300–600
Hotel superiorR$ 600+
Refeição econômicaR$ 25–45
Restaurante intermediárioR$ 50–100
Passeio urbanoR$ 30–100
Passeio de barco compartilhadoR$ 100–300
Passeio de florestaR$ 250–600+
Transfer Manaus–interiorR$ 100–400+
Expedição de vários diasR$ 1.500–5.000+
Pesca esportivaR$ 3.000–10.000+

Os valores são apenas referências de planejamento.

Expedições mais longas, barcos-hotel e experiências privativas podem ultrapassar bastante essas faixas.


Quanto custa uma viagem de 7 dias para um casal?

Econômica

Aproximadamente R$ 4.000 a R$ 6.000, sem passagens aéreas.

Intermediária

Aproximadamente R$ 6.000 a R$ 10.000.

Confortável

A partir de aproximadamente R$ 10.000, podendo ultrapassar R$ 15.000 conforme o hotel e os passeios.

Atenção

Uma viagem com hospedagem em floresta e vários dias de barco pode elevar bastante o orçamento.


Como chegar ao Amazonas

De avião

O principal ponto de entrada é o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus.

Para a maioria dos turistas, o roteiro começa pela capital.


Como chegar a Presidente Figueiredo

O acesso principal é pela BR-174, que liga Manaus a Boa Vista.

A prefeitura informa que Presidente Figueiredo fica aproximadamente 107 km de Manaus.

Carro

É uma das melhores opções.

Transfer

Boa alternativa para quem não quer dirigir.

Excursão

Pode compensar para uma viagem curta.


Como chegar a Novo Airão

Novo Airão fica a aproximadamente 180–187 km de Manaus.

O acesso terrestre utiliza as rodovias AM-070 e AM-352. O ICMBio informa que há ônibus regulares e também opções de táxi-lotação.

De carro

Aproximadamente algumas horas de viagem, dependendo das condições da estrada e do trânsito.

De ônibus

Há serviço regular.

De barco

Também é possível fazer o percurso pelo Rio Negro.


Como chegar a Barcelos

Barcelos é muito mais distante de Manaus.

O turismo municipal informa opções por:

  • barco recreio;
  • expresso;
  • voos fretados em determinadas épocas.

Os barcos recreio podem levar aproximadamente 26–30 horas, enquanto expressos podem reduzir bastante o tempo de viagem.

Dica

Para uma viagem turística convencional, avalie o tempo de deslocamento antes de escolher o barco.


Como chegar a Parintins

A maneira mais comum é por via fluvial.

Durante períodos de eventos, especialmente o Festival de Parintins, a oferta de embarcações e voos pode aumentar.

Dica

No festival, reserve tudo com muita antecedência.


Como chegar a Tefé

Tefé pode ser acessada por via aérea ou fluvial.

Para Mamirauá, a cidade funciona como um dos principais pontos de conexão.

O Ministério do Turismo informa que a Pousada Uacari fica a cerca de 1h30 de lancha de Tefé.


Como circular pelo Amazonas

A regra mais importante é:

distância no mapa não significa facilidade de acesso.

Em muitas regiões:

  • a estrada não existe;
  • o barco é obrigatório;
  • o tempo depende do nível do rio;
  • a viagem depende de comunidades locais;
  • os horários de barco podem ser limitados.

Por isso, organize os deslocamentos com antecedência.


Vale a pena alugar carro?

Em Manaus

Não é obrigatório.

Aplicativos, táxis e transfers podem resolver boa parte da viagem.

Para Presidente Figueiredo

Pode valer muito a pena.

Para Novo Airão

Também pode ser interessante.

Para destinos fluviais

O carro perde importância.

O barco será o principal meio de transporte.


Onde ficar no Amazonas?

Manaus

Para primeira viagem, procure hospedagem com acesso fácil a:

  • Centro;
  • Ponta Negra;
  • principais vias;
  • restaurantes;
  • pontos de saída dos passeios.

Presidente Figueiredo

Prefira pousadas próximas aos circuitos que pretende visitar.

Novo Airão

Ficar no centro facilita restaurantes, comércio e acesso aos passeios.

Barcelos

Há hotéis e pousadas simples e intermediários.

O turismo municipal mantém uma lista de hospedagens locais.

Mamirauá

A experiência muda completamente.

Você pode optar por hospedagem especializada e imersão na floresta.


Melhor época para conhecer o Amazonas

Não existe uma única “melhor época” para todo o estado.

A Amazônia muda conforme o ciclo dos rios.

Dezembro a fevereiro

É um período de transição em várias regiões.

Em Barcelos, coincide com o final da temporada tradicional de pesca esportiva.

Março a agosto

É o período de cheia em várias áreas.

Os rios sobem e áreas de floresta podem ficar alagadas.

É interessante para:

  • canoagem em igapós;
  • navegação;
  • observação da floresta inundada.

O ICMBio aponta março a agosto como período típico de cheia para Anavilhanas e Jaú.

Setembro a fevereiro

É o período mais seco em muitas áreas.

Podem aparecer:

  • praias fluviais;
  • bancos de areia;
  • pedrais;
  • áreas antes cobertas pela água.

No Parque Nacional do Jaú, o ICMBio indica setembro a fevereiro como período de seca.


Amazonas com crianças

Uma viagem amazônica pode ser feita com crianças, mas o roteiro deve ser adaptado.

Boas opções

  • Manaus;
  • Teatro Amazonas;
  • Mercado;
  • Ponta Negra;
  • Encontro das Águas;
  • Presidente Figueiredo;
  • passeios de barco curtos.

Para crianças pequenas

Evite roteiros excessivamente longos de barco.

Também tenha cuidado com:

  • calor;
  • mosquitos;
  • exposição ao sol;
  • banho em rios;
  • trilhas.

Amazonas para casais

Manaus

História + gastronomia.

Novo Airão

Floresta + rios.

Anavilhanas

Paisagens + hospedagens de natureza.

Mamirauá

Experiência de imersão.

Barcelos

Para casais que gostam de pesca e aventura.


Amazonas para quem gosta de aventura

As opções incluem:

  • trilhas;
  • rapel;
  • rafting;
  • boia-cross;
  • cavernas;
  • canoagem;
  • pesca esportiva;
  • trekking;
  • montanhismo.

Presidente Figueiredo é especialmente forte em turismo de aventura, com atividades como rafting, rapel, boia-cross e trilhas.


O que fazer no Amazonas em dias de chuva?

A chuva faz parte da experiência amazônica.

Em Manaus, você pode visitar:

  • Teatro Amazonas;
  • Mercado Adolpho Lisboa;
  • museus;
  • centros culturais;
  • restaurantes.

Em áreas de floresta, alguns passeios podem continuar normalmente, enquanto outros podem ser alterados por segurança.

Sempre siga a orientação do operador.


O que comer no Amazonas?

A gastronomia amazonense merece uma viagem própria.

Experimente:

  • tambaqui;
  • pirarucu;
  • tucunaré;
  • jaraqui;
  • matrinxã;
  • caldeirada de peixe;
  • tacacá;
  • tucupi;
  • farinha de mandioca;
  • x-caboquinho;
  • banana frita;
  • cupuaçu;
  • açaí;
  • pupunha;
  • castanhas.

X-caboquinho

O sanduíche tradicional de Manaus normalmente combina pão, tucumã, queijo coalho e banana.

É uma das melhores experiências para um café da manhã ou lanche regional.


Tacacá

É uma das preparações mais conhecidas da Amazônia.

Leva tucupi, goma de mandioca, jambu e camarão seco.

Dica

Experimente em estabelecimentos tradicionais de Manaus.


Peixes amazônicos

Não deixe de provar:

  • tambaqui;
  • pirarucu;
  • jaraqui;
  • matrinxã;
  • tucunaré.

O preparo varia de acordo com o restaurante.


Roteiro de 3 dias no Amazonas

Dia 1

Manaus:

  • Teatro Amazonas;
  • Largo de São Sebastião;
  • Mercado Adolpho Lisboa;
  • Centro Histórico.

Dia 2

Encontro das Águas + passeio de barco.

Dia 3

Ponta Negra + MUSA ou outro museu.


Roteiro de 5 dias

Dia 1

Manaus.

Dia 2

Centro Histórico + Teatro Amazonas.

Dia 3

Encontro das Águas.

Dia 4

Passeio de floresta.

Dia 5

Ponta Negra + mercado + gastronomia.


Roteiro de 7 dias

Dias 1–2

Manaus.

Dia 3

Encontro das Águas.

Dias 4–5

Presidente Figueiredo.

Dias 6–7

Novo Airão ou experiência de floresta.


Roteiro de 10 dias

Dias 1–3

Manaus.

Dias 4–6

Novo Airão.

Dia 7

Anavilhanas.

Dias 8–9

Floresta/comunidade.

Dia 10

Retorno a Manaus.


Roteiro de 15 dias

Uma viagem mais completa:

Dias 1–3

Manaus.

Dias 4–6

Presidente Figueiredo.

Dias 7–10

Novo Airão + Anavilhanas.

Dias 11–14

Experiência de floresta.

Dia 15

Manaus.


Roteiro cultural: Parintins

Se o objetivo for o Festival de Parintins, o roteiro precisa ser diferente.

Dia 1

Manaus.

Dia 2

Manaus + preparação.

Dia 3

Deslocamento para Parintins.

Dias 4–6

Festival.

Dia 7

Retorno.

As datas de 2027 devem ser confirmadas oficialmente antes da compra de passagens.


Quanto custa o Festival de Parintins?

O Festival é uma das viagens mais caras do calendário turístico amazonense.

Os preços podem subir em:

  • hospedagem;
  • voos;
  • barcos;
  • ingressos;
  • transfers;
  • alimentação.

Em 2026, a prefeitura informou que esperava milhares de visitantes e realizou ações específicas de infraestrutura e recepção para o festival.

Dica

Não deixe para organizar Parintins poucas semanas antes.


Como economizar no Amazonas

1. Fique alguns dias em Manaus

A capital possui muitas atrações que não exigem grandes deslocamentos.

2. Compare barco e avião

Em destinos como Barcelos, a diferença de preço e tempo pode ser significativa.

3. Divida passeios privativos

Grupos de quatro a seis pessoas podem reduzir bastante o custo.

4. Escolha uma experiência de floresta

Você não precisa contratar vários passeios diferentes.

Um bom pacote de dois ou três dias pode proporcionar uma experiência mais completa.

5. Evite o Festival de Parintins se o orçamento estiver apertado

A procura eleva os preços.


Segurança no Amazonas

A principal recomendação é respeitar as características naturais do destino.

Nos rios

  • use colete quando recomendado;
  • não nade em áreas desconhecidas;
  • respeite horários;
  • siga orientações do barqueiro.

Na floresta

  • não caminhe sozinho;
  • utilize guia;
  • leve água;
  • use repelente;
  • use roupas adequadas;
  • não toque em animais.

Em áreas remotas

Confirme comunicação, transporte e plano de retorno.


Turismo responsável no Amazonas

Essa é uma das partes mais importantes da viagem.

A Amazônia não é apenas um cenário turístico.

É território de:

  • comunidades tradicionais;
  • povos indígenas;
  • unidades de conservação;
  • pesquisadores;
  • trabalhadores ribeirinhos.

Respeite

  • comunidades;
  • costumes;
  • fotografias;
  • áreas sagradas;
  • regras ambientais;
  • animais;
  • rios;
  • floresta.

O ICMBio orienta visitantes do Parque Nacional do Jaú, por exemplo, a não alimentar animais, não coletar plantas, não tocar em petróglifos e respeitar as comunidades anfitriãs.


Turismo indígena no Amazonas

O estado possui experiências de turismo indígena e comunitário em diferentes regiões.

Em torno de Manaus, a Amazonastur cita comunidades indígenas como Tatuyo, Cipiá, Tuyuka e Diakuru entre as que já recebem visitantes.

Importante

Procure experiências organizadas pelas próprias comunidades ou por operadores responsáveis.

Turismo indígena não deve ser tratado como espetáculo.


O que levar para o Amazonas?

Essenciais

  • roupas leves;
  • calçado confortável;
  • repelente;
  • protetor solar;
  • chapéu;
  • capa de chuva;
  • mochila pequena;
  • garrafa de água;
  • saco impermeável;
  • lanterna;
  • medicamentos pessoais;
  • documentos.

Para floresta

Acrescente:

  • camisa de manga longa;
  • calça leve;
  • meia;
  • calçado fechado;
  • mochila impermeável ou proteção para mochila.

Amazonas para viajar sozinho

É possível, especialmente em:

  • Manaus;
  • Presidente Figueiredo;
  • Novo Airão.

Para áreas remotas, expedições e destinos fluviais, é melhor contratar serviços especializados.

Dividir passeios também ajuda a reduzir o orçamento.


Amazonas para fotografia

Poucos estados oferecem tanta variedade.

Você pode fotografar:

  • Teatro Amazonas;
  • Mercado;
  • rios;
  • nascer e pôr do sol;
  • praias fluviais;
  • botos;
  • aves;
  • macacos;
  • floresta;
  • cachoeiras;
  • comunidades;
  • barcos;
  • arquitetura histórica.

Equipamento

Proteja câmeras e celulares contra:

  • chuva;
  • umidade;
  • areia;
  • água do rio.

Os maiores erros ao planejar uma viagem ao Amazonas

Erro 1: achar que Manaus representa todo o estado

Manaus é apenas a porta de entrada.

Erro 2: tentar fazer tudo em uma semana

O Amazonas é enorme.

Erro 3: ignorar o nível dos rios

A paisagem muda completamente entre cheia e seca.

Erro 4: contratar qualquer passeio de floresta

Prefira operadores regularizados e experientes.

Erro 5: não levar proteção contra chuva

Mesmo em períodos mais secos, pancadas podem ocorrer.

Erro 6: subestimar distâncias

Um destino que parece próximo no mapa pode exigir muitas horas de barco.


Perguntas frequentes sobre o Amazonas

Qual é o lugar mais famoso do Amazonas?

Manaus, Encontro das Águas, Anavilhanas e as experiências de floresta estão entre os principais atrativos.

Quantos dias são necessários para conhecer o Amazonas?

Para uma primeira viagem, 7 dias permitem conhecer Manaus e incluir uma experiência de natureza.

Para combinar diferentes regiões, 10 a 15 dias são mais adequados.

Qual é a melhor época para viajar?

Depende da experiência.

Quer praias de rio?

Prefira o período de seca.

Quer floresta alagada?

Prefira a cheia.

O ICMBio destaca justamente essa diferença em Anavilhanas e Jaú.

Manaus vale a pena?

Sim. A cidade possui atrações históricas, culturais e gastronômicas que justificam alguns dias antes de seguir para a floresta.

Dá para conhecer o Amazonas sem fazer trilha?

Sim.

Você pode fazer:

  • passeios de barco;
  • Encontro das Águas;
  • Teatro Amazonas;
  • Mercado;
  • Ponta Negra;
  • comunidades;
  • praias de rio.

Dá para viajar com crianças?

Sim, mas escolha roteiros mais curtos e estruturados.

É possível conhecer o Amazonas de carro?

Somente algumas regiões.

Para boa parte do estado, o barco é o principal meio de transporte.

É caro viajar para o Amazonas?

Pode ser.

Manaus pode ser relativamente acessível, enquanto expedições de vários dias e destinos remotos custam significativamente mais.

Vale a pena conhecer Presidente Figueiredo?

Sim, principalmente para quem gosta de cachoeiras, cavernas e aventura.

O município possui mais de cem quedas d’água catalogadas.

Novo Airão vale a pena?

Sim, especialmente para quem quer conhecer Anavilhanas e o Baixo Rio Negro.

Barcelos é somente para pescadores?

Não.

Além da pesca esportiva, há praias fluviais, arquipélagos, cultura e turismo de natureza.


Amazonas em 2027: o que conferir antes de viajar

Como este guia utiliza informações disponíveis em 2026 como referência para uma viagem de 2027, confirme antes da compra:

  • horários de voos;
  • horários de barcos;
  • nível dos rios;
  • funcionamento dos atrativos;
  • regras das unidades de conservação;
  • necessidade de autorização;
  • condições das estradas;
  • preços de passeios;
  • disponibilidade de hotéis;
  • calendário de eventos;
  • datas do Festival de Parintins;
  • regras para turismo indígena;
  • condições climáticas.

Em áreas protegidas, as regras podem mudar de acordo com o plano de manejo e as condições ambientais.

No Parque Nacional do Jaú, por exemplo, atualmente não há cobrança de ingresso, mas o ICMBio informa que é necessária autorização para entrada.


Eventos do Amazonas

Festival de Parintins

É o principal evento cultural turístico do estado.

Em 2026, ocorreu nos dias 26, 27 e 28 de junho.

Para 2027, confirme oficialmente as datas.

Festival Amazonas de Ópera

O Teatro Amazonas recebe tradicionalmente eventos culturais e o Festival Amazonas de Ópera.

A Prefeitura de Manaus informa que o festival foi criado em 1997 e integra o calendário cultural do teatro.

Festas regionais

Também existem:

  • festas religiosas;
  • festas de santos;
  • festivais gastronômicos;
  • eventos de pesca;
  • festas de municípios;
  • manifestações indígenas;
  • festivais culturais.

Afinal, o que fazer no Amazonas em 2027?

O Amazonas é um daqueles estados em que o roteiro precisa ser pensado de acordo com o tipo de experiência que você deseja.

Para uma primeira viagem:

Manaus + Encontro das Águas + floresta.

Para uma viagem de aventura:

Manaus + Presidente Figueiredo + cachoeiras + cavernas.

Para uma viagem de natureza:

Manaus + Novo Airão + Anavilhanas.

Para uma imersão amazônica:

Manaus + Novo Airão + Anavilhanas + Mamirauá.

Para cultura:

Manaus + Parintins.

Para pesca esportiva:

Barcelos + Arquipélago de Mariuá.

Para uma expedição:

São Gabriel da Cachoeira + Alto Rio Negro.

E para quem quer conhecer diferentes faces do estado:

Manaus + Presidente Figueiredo + Novo Airão + Anavilhanas + uma experiência de floresta.

O grande diferencial do Amazonas está na possibilidade de conhecer paisagens completamente diferentes dentro do mesmo estado.

Em Manaus, você encontra o patrimônio do ciclo da borracha. Poucas horas depois, pode estar navegando pelo Rio Negro. Em Presidente Figueiredo, surgem cachoeiras e cavernas. Em Novo Airão, aparecem arquipélagos, praias fluviais e grandes áreas de floresta. Em Mamirauá, a experiência passa a ser de imersão em uma Amazônia de várzea. Em Barcelos, o foco pode ser pesca esportiva e grandes rios. Em Parintins, a cultura popular assume o protagonismo. E no Alto Rio Negro, a viagem ganha uma dimensão ainda mais profunda, com montanhas, rios e culturas indígenas.

Para 2027, o ideal é não tentar encaixar o Amazonas inteiro em uma única viagem.

Escolha uma região, reserve tempo suficiente para vivenciá-la e deixe espaço para que o próprio ritmo dos rios e da floresta faça parte da experiência.

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